AFINAL NÃO EXISTIA A AVENIDA DA LIBERDADE, EM BARRANCOS!
Durante a chamada Polémica dos Toiros de Morte em Barrancos, a maior parte da comunicação social (Rádios,Tvs, Jornais) foram isentos na sua apreciação e descrição dos acontecimentos que então marcaram a vida quotidiana da população barranquenha.
Alguns órgãos informativos vinham com vontade de "fazer sangue", ou relatar desgraças e confrontos, mas vendo a posição serena, firme e clarividente dos eleitos locais, da própria Guarda Nacional Republicana, e da população da vila raiana, profundamente convencidos da justeza da sua razão na defesa dos seus valores tradicionais e culturais privilegiando acima de tudo a paz social e o respeito pela ordem pública, rápidamente mudaram de atitude e respeitaram a nossa posição. Mais, as suas reportagens tiveram uma função mais pedagógica, mostrando ao País e ao mundo aquilo que éramos na altura e somos hoje, e a razão que nos assistia na defesa da nossa Identidade Cultural ligada à Tauromaquia.
Deixo aqui o enlace de uma notícia/reportagem Publicada no jornal Público de 28 de Agosto de 1999, sobre um facto marcante na nossa luta e demonstrativa da nossa vontade indomável a defender o nosso direito à diferença, quando o Executivo da Câmara Municipal por proposta minha, indeferiu o pedido da associação Planeta Azul (animalista) para se manifestar em Barrancos, algo impensável atendendo à tensão que então se vivia na terra barranquenha, devido aos ataques hostis e externos de que éramos vitimas, e às consequências que daí poderiam advir.
Curioso é que o indeferimento da proposta, afinal ficou a dever-se a um engano na morada invocada para a manifestação, a não existir em Barrancos a Avenida da Liberdade, e ao engenho e arte dos barranquenhos!!!
https://www.publico.pt/1999/08/28/jornal/a-febre-da-morte-do-touro-122833

