DE BARRANCOS À TERCEIRA RUMO ÀS SANJOANINAS!

"Camões nasceu do povo e as Sanjoaninas devolvem Camões ao povo", nos 500 anos do nascimento do imortal autor dos Lusíadas como o diz o linguista terceirense Luiz Fagundes Duarte, e para eles a Ilha dos Amores descrita nos Cantos IX e X, é a sua Ilha Terceira.


                      

Este ano foi o ano dedicado a Camões, e a cidade de Angra do Heroísmo dedicou-lhe toda a programação cultural das festas Sanjoaninas:

EM HONRA DOS DESCOBRIMENTOS

QUE CAMÕES QUIS CONSAGRAR

OS GRANDES FEITOS CONQUISTAS E ADVENTOS

VIEMOS A ANGRA P´RA CANTAR

SEU MÁGICO CANTO CONSAGROU

À NOSSA PÁTRIA SOBERANA

O HOMEM QUE NOS GUIOU

É DE SEU NOME VASCO DA GAMA.

Assim cantava a "Marcha dos Coriscos", no seu desfile desde o Alto das Covas, passando pela Rua da Sé, Rua de São João, Rua dos Minhas Terras, Rua Direita até á Praça Velha, frente à Câmara Municipal.


                   


                   


                       

                   


                                 


                                 


                                 










Uma vez mais voltámos à "Ilha dos Amores", e nela tivémos a oportunidade de viver dias inolvidáveis, com um grupo fantástico de amigos que se integraram plenamente no ambiente festivo das Sanjoaninas, participando em tudo o que se nos oferecia, marchas populares, manifestações taurinas (a excelente encerrona de João Moura, com a despedida do actual Cabo dos forcados da Tertúlia Tauromáquica da Terceira e praça cheia com uma moldura humana impressionante, as largadas de toiros e as corridas à corda), gastronomia, e uma vivência única com aquela população que faz da alegria apanágio, que respeita as suas tradições culturais, e que foi inexcedível na amabilidade e no acolhimento a quem foi do continente ou do estrangeiro - relembro os amigos taurinos que vieram de França.



                                     


                      


                       






Sentimo-nos em Angra, a do Heroísmo, como em nossa própria casa, e recordei tantos apoios que nos manifestaram quando da célebre polémica dos toiros de morte(1997 a 2002) em Barrancos.

Obrigado terceirenses, para o ano voltaremos!


                       

























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